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ORGANIZADORES PERCORREM TRECHO

Técnicos do Ciensp e de setores do Turismo das prefeituras de Itapura, Pereira Barreto e Suzanápolis percorreram, no último dia 28, parte do trajeto que compõe o projeto turístico de desenvolvimento regional de cicloturismo. 


O projeto Caminhos do Pantanal Paulista vai unir três modalidades que têm vasto potencial para alavancar o turismo da região Noroeste: o cicloturismo, o mountain bike e o turismo rural. Todos com viés de possibilitar aos municípios da região a geração de mercado de trabalho e renda através da atividade turística, consolidando a regional como um polo de cicloturismo.


O percurso foi desenvolvido em duas rotas: a primeira é composta pelas cidades de Castilho, Andradina, Murutinga do Sul, Guaraçai, Mirandópolis, Lavínia e Valparaíso, denominada “Rota da Ferrovia” totalizando aproximadamente 94,7 quilômetros.  E a outra rota composta pelos municípios de Ilha Solteira, Suzanápolis, Sud Mennucci, Pereira Barreto e Itapura, denominada “Rota dos Grandes Lagos” totalizando 189,7 quilômetros. 


As equipes iniciaram pela Rota dos Grandes Lagos percorrendo estradas de terra e vicinais com intuito de demarcar pontos de apoio e pontos de instalação de placas, além de avaliar as condições do trajeto. Nessa rota, a largada é pela prainha de Itapura. 


O prefeito da cidade, Fábio Dourado, recebeu os organizadores do projeto e manifestou total apoio da prefeitura. Na próxima sexta-feira (11) as equipes devem dar continuidade ao trajeto. 


A organização do projeto tem a participação dos membros da RT Pantanal Paulista; prefeituras dos municípios envolvidos; Ciensp e grupos de ciclistas da RT Pantanal Paulista.


Dentre os efeitos positivos com a criação do projeto, a organização prevê: 


Diversificação da economia regional e incremento do mercado com a criação de micro e pequenos negócios;

Geração de empregos e demanda pela qualificação profissional;

Fixação da população no local e fortalecimento dos vínculos comunitários, evitando o êxodo rural;

Intercâmbio cultural entre moradores e visitantes;

Conservação do patrimônio histórico e da biodiversidade;

Aumento da consciência da população local e dos turistas sobre a necessidade de proteção do meio ambiente;

Exploração do turismo em qualquer época do ano, aumentando assim o fluxo nas localidades;

Publicidade da cidade também para turistas interessados em outros atrativos ecológicos, culturais e históricos.





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